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domingo, 26 de junho de 2011

Políticos lamentam morte de Paulo Renato Souza

Desde a madrugada deste domingo, políticos do PSDB e de outros partidos publicaram no Twitter mensagens de pesar pela morte do ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza. Ele sofreu um infarto fulminante no hotel onde estava hospedado em São Roque, interior de São Paulo.

O ex-governador José Serra foi um dos primeiros a se manifestar. Ainda de madrugada, publicou em seu perfil a seguinte mensagem: "Foi-se Paulo Renato, meu querido amigo, um dos maiores homens públicos do Brasil. Foi um grande secretário e um grande ministro da Educação."

O secretário da Cultura de São Paulo, Andrea Matarazzo, afirmou que a morte de Paulo Renato era uma "triste notícia" e classificou o tucano de "um grande ministro. Uma grande pessoa. Bom caráter. Sério".

Em homenagem ao ex-ministro, Matarazzo publicou, ainda, links para três músicas dos compositores austríacos Wolfgang Amadeus Mozart e Franz Schubert, além de retransmitir mensagens de condolências enviadas por internautas.

No início da tarde, o PSDB divulgou em seu site um comunicado assinado pelo presidente nacional do partido, Sérgio Guerra. Segundo Guerra, "o PSDB sente o falecimento do ex-ministro Paulo Renato, um dos nossos grandes quadros. Ele teve uma vida digna e foi um dos melhores ministros que o Brasil conheceu. Vai fazer muita falta à sua família, ao PSDB e ao País".

O atual líder da legenda no Senado, Alvaro Dias, se manifestou na manhã deste domingo ao receber a notícia de um de seus leitores no Twitter. "Os meus sentimentos. Solidariedade à familia e amigos", escreveu o senador.

Duarte Nogueira, que ocupa a liderança tucana na Câmara dos Deputados, divulgou nota manifestando "profundo pesar" pelo colega que, segundo ele "lutou durante toda a sua vida pela educação no Brasil, alicerçou políticas inovadoras para a universalização do acesso à escola e formas de avaliação da qualidade do processo ensino-aprendizagem. Será sempre reconhecido pelos seus méritos e pelo seu legado".

Aloysio Nunes, senador pelo PSDB, afirmou que foi atingido "como um raio" com a notícia da morte, que recebeu via SMS. "Lá se vai uma das melhores figuras de minha geração", disse.
Outros tucanos que se manifestaram na rede social foram o secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal e a secretária de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costin.

PARTIDOS

Políticos de outros partidos também prestaram solidariedade à família de Paulo Renato.

A presidente Dilma Rousseff divulgou um comunicado na manhã deste domingo.

"Recebi com pesar a notícia da morte do ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza. Economista, ex-Reitor da Unicamp e ex-vice presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Paulo Renato prestou relevantes serviços ao país. Neste momento de dor, quero transmitir meus sentimentos a seus parentes e amigos", disse.

Governador de Sergipe, o petista Marcelo Déda lembrou a época em que foi colega de Paulo Renato na Câmara dos Deputados. "Como deputado federal convivia com ele, na divergência, mas com respeito", disse.

"Hoje perdemos Paulo Renato: um querido amigo e um exemplar homem público, um abraço afetuoso a seus familiares e companheiros", afirmou em seu endereço no Twitter o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que saiu do DEM para fundar o PSD.

Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul pelo PMDB, lembrou as origens gaúchas de Paulo Renato e afirmou que "nos cargos que ocupou sempre trabalhou com muita competência, dignidade e visão de futuro".

EDUCAÇÃO

O também ex-ministro da Educação e agora senador Cristovam Buarque (PDT-DF) se pronunciou sobre a morte de Paulo Renato na rede social por volta das 9h. "Com a morte do Paulo Renato perco um bom amigo e o Brasil perde um competente e dedicado homem público", escreveu Buarque.

O senador defendeu o colega de um internauta que criticou a gestão do tucano à frente do Ministério da Educação. "Não fez a revolução, mas fez o Fundef [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério], levou Bolsa Escola p[ara] o Brasil e deu salto no número de alunos nas Univ[ersidades]", afirmou ele

FONTE: Folha de SP

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